quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Como são feitas as leis no Brasil



Para aqueles que não conhecem quais são os passos para a elaboração de uma lei, vale a pena conferir este vídeo que não é longo e é bem informativo. 


domingo, 24 de agosto de 2014

Papa Francisco: este é o enviado pelo Espírito Santo!


video

Fonte: Facebook (aqui)

Comissão escolhe vencedores do concurso “Desenhando uma Limeira + Limpa”

 

Representantes da Prefeitura de Limeira e da sociedade civil participaram na tarde da última terça-feira, 19 de agosto, de uma comissão para eleger os alunos vencedores do concurso “Desenhando uma Limeira + Limpa”, que ocorreu na Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria de Educação. A seleção dos melhores desenhos é definida com base na criatividade, adequação à idade e coerência com o tema.

O objetivo do projeto é integrar os estudantes, do 1º ao 5º ano das escolas municipais, com questões ambientais enfrentadas pela sociedade atualmente, como sustentabilidade e estiagem. Toda rede municipal de ensino limeirense foi convidada a trabalhar o tema com os alunos, além de produzir os trabalhos artísticos. A comissão selecionará um desenho vencedor para cada ano escolar, totalizando cinco desenhos vencedores.

Com apoio da empresa Tecipar, 15 caminhões de coleta de lixo serão estampados com as artes dos alunos premiados. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Alquermes Valvasori, uma das funções do poder público é priorizar este trabalho com as crianças. “Não queremos apenas passar conhecimento, mas sim proporcionar que o estudante tenha participação ativa no projeto. Não é uma pedagogia para a criança, mas sim com a criança”, frisa.

O secretário ainda destaca a importância de avaliação do quesito artístico dos desenhos. “Precisamos contemplar o trabalho dos participantes e analisar as cores, os sentimentos e qual ideia é transmitida”, comenta Valvasori. O projeto foi incluso na programação da Semana da Água, promovida pela Prefeitura de Limeira, e contou com uma preparação didática para a realização dos desenhos, por meio de visitas ao Aterro Sanitário Municipal, ecopontos e áreas de preservação de mananciais.

Segundo a coordenadora da Área de Ciências da Secretaria de Educação, Adriana Cristina Müller Del Mondo, o governo municipal possui altas expectativas para os resultados da ação. “A prefeitura também visa o trabalho social com as crianças a fim de ensiná-las a valorizar e respeitar a profissão dos coletores de lixo”, afirma. Ela ainda ressalta que os resultados positivos estimulam a inovação do projeto para o próximo ano.

O secretário de Comunicação Social, Luiz Eduardo Mesquita, participou da comissão de avaliação e reitera a importância do concurso para os alunos. “É interessante conhecer a visão da criança sobre os problemas ambientais”, diz. Ele também cita que um dos desenhos que mais chamou sua atenção foi uma comparação de “antes e depois”, com duas versões da cidade. “No lado poluído do desenho, tudo era triste e pesado. Essa é uma percepção que a criança tem desde cedo”, conta o secretário. Os cinco vencedores serão conhecidos durante a cerimônia de encerramento da Semana da Água, dia 23 de setembro, no Teatro Nair Bello, no Parque Cidade de Limeira.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Comemoração da Semana do Voluntário de Limeira.


sábado, 16 de agosto de 2014

Eduardo Campos e Marina Silva | Programa Nacional PSB - Rede - PPS

Hadich expõe experiência positiva de Limeira no uso da água

 

As experiências positivas dos municípios na gestão da água foram apresentadas por prefeitos da região durante o Arq.Futuro. O evento, que trabalhou o tema “A cidade e as Águas”, ocorreu nesta segunda-feira, 4 de agosto, e terça-feira, 5, no Teatro do Engenho Erotides de Campos, em Piracicaba.

A proposta do Arq.Futuro é debater temas relacionados ao campo da arquitetura e do urbanismo, com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros. Os seminários discutem os desafios de planejamento e gestão enfrentados pelas cidades. O encontro era realizado apenas em capitais e pela primeira vez aconteceu em uma cidade de médio porte.

O prefeito de Limeira, Paulo Hadich, participou de uma mesa redonda com a presença dos prefeitos Gabriel Ferrato, de Piracicaba; Nelson Dimas Brambilla, de Araras, e da vice-prefeita de Sorocaba, Edith Maria Garboggini Di Giorgi. A mesa de debate teve a mediação do ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros.

Hadich apresentou dados sobre a bacia hidrográfica de Limeira e destacou a importância da conservação do ribeirão Pinhal para o futuro sustentável do município. O prefeito ressaltou que problemas como ocupação irregular do solo, na área rural, degradação de áreas de preservação, construção de poços artesianos em excesso e fossas negras que contaminam o lençol freático nunca tinham sido enfrentados, mas esse quadro vem mudando.

“Temos uma perda física de 15%, quando no Brasil a média é de 38%; o nosso esgoto é 100% tratado; o Pelotão Ambiental da Guarda Civil Municipal é muito eficiente, trabalhamos o tema nas escolas da rede pública; fazemos audiências públicas e criamos conselhos”, apontou Hadich como alguns exemplos do trabalho que está sendo realizado na cidade.

Os prefeitos de Piracicaba e de Araras também expuseram dados das cidades e a vice-prefeita de Sorocaba falou sobre a criação de 23 parques lineares que foram construídos para a conservação dos leitos dos rios e ribeirões da cidade.

Barros, ex-prefeito de Maringá, reforçou que o saneamento é um trabalho de vários governos e para isto é fundamental um planejamento estratégico com a continuidade das políticas públicas. Segundo ele, a continuidade e a participação popular fez com que a cidade atingisse níveis elevados em comparação aos municípios do Brasil. “A sociedade civil organizada entendeu que a participação dela é legítima. O cidadão precisa decidir se ele quer somente reclamar ou quer ver o problema resolvido. Então é preciso a efetiva participação popular”, disse.

“Limeira busca exemplos de cidades que tiveram a continuidade das políticas, como em Piracicaba e Maringá. A cidade não teve essa cultura de continuidade de políticas, no passado, por isto enfrentamos problemas e trabalhamos para mudar essa realidade”, explicou Hadich.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Encontro de Educação Ambiental cujo tema foi os córregos que sumiram na história de Limeira

Evento discute educação ambiental com coordenadores e professores municipais

 

Coordenadores pedagógicos e professores de Limeira participaram de um encontro na última quinta-feira, 24 de julho, para discutir historicamente a construção do Plano Hidrográfico do município. O evento foi realizado pela Prefeitura de Limeira e ministrado por representantes da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, em continuidade à Semana da Água, na Secretaria de Educação.

A reunião faz parte da formação que esses profissionais estão recebendo pela prefeitura e contou com apoio da Secretaria de Obras e Urbanismo, que elaborou um mapa com a rede hidrográfica municipal e pontuou os prédios escolares. Outro objeto de análise do projeto foi uma foto aérea datada de 1964, também fornecida pela pasta, para estudo e comparação.

O objetivo do evento foi relacionar a história com o meio ambiente. Segundo o diretor de educação ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, é importante mostrar que o soterramento de córregos é a razão de muitos problemas atuais. “As enchentes e a falta d'água são uma consequência. Não é algo que surgiu agora”, conta.

De acordo com Georgette, o encontro foi produtivo pois houve uma troca de conhecimentos, a partir das experiências dos coordenadores e professores. Cerca de 110 pessoas participaram da reunião, que foi dividida em dois períodos: manhã e tarde. O diretor da secretaria ressaltou que a questão ambiental é um assunto interdisciplinar. “Muitas vezes, relacionamos o ambiente à geografia e à ciência, mas é preciso lembrar que há um contexto histórico também”, afirma.

Seguem fotos no anexo. Créditos: Wagner Morente.

Felipe Caires - Estagiário de Jornalismo






terça-feira, 5 de agosto de 2014

Aterro Municipal é tema de aula para alunos da escola rural do Jaguari



 
Alunos da escola rural Ângelo Biasotto, localizada no bairro Jaguari, participaram na sexta-feira, 1º de agosto, de uma atividade de educação ambiental sobre a destinação do lixo, promovida pela Prefeitura de Limeira. Os alunos aprenderam conceitos sobre tipos de resíduos, a diferença entre aterro e lixão, a necessidade de redução do volume de materiais descartados, entre outros tópicos.

A iniciativa, que envolve a parceria das secretarias de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Educação e Serviços Públicos, está inserida no Plano de Comunicação Social requerido pelo processo de licenciamento de operação do aterro junto à Cetesb. Esse plano prevê a divulgação de informações à comunidade que é direta e indiretamente afetada pelo aterro.

Segundo o diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, essa atividade contribuiu para que os alunos tomassem ciência da complexidade da gestão dos resíduos e dos processos químicos resultantes da decomposição do lixo, como o chorume e o gás metano. “As pessoas que moram no entorno do aterro precisam entender o serviço prestado no local, que é de relevância social e ambiental”, explicou.

A professora da escola, Andressa Pereira, explicou que essa aula serviu como complemento a uma atividade anterior, em que o alunos – de sete a 11 anos – visitaram o Aterro Municipal. “Houve a conscientização sobre o caminho do lixo que é produzido em casa e quais os materiais que podem causar danos ao meio ambiente”, salientou.

Para a aluna Heloísa Biazotti Guilmo, de 8 anos, foi uma aula interessante. “Em vez de jogar o lixo fora, podemos reciclar e reaproveitar”, disse referindo-se a um trabalho desenvolvido na escola em que os alunos utilizaram garrafas pet para plantar ervas, como cebolinha. Outro aluno, Felipe Miguel de Siqueira, de 9 anos, mostrou que compreendeu bem a lição. “O aterro tem captação de chorume e de gás metano, enquanto o lixão não tem”, afirmou.

Fonte:
Prefeitura de Limeira (aqui)

Coopereli participa de mais uma oficina de capacitação



 
A criação de um plano de trabalho para a Coopereli (Cooperativa de Reciclagem de Limeira) foi o objetivo de mais uma oficina de capacitação promovida pela ONG Circus (Circuito de Interação de Redes Sociais), nesta quinta-feira, 17 de julho.

A iniciativa recebe o apoio da Prefeitura de Limeira, que por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente e do Ceprosom, vem realizando esforços para otimizar o trabalho desenvolvido pela Coopereli. Dentre as ações previstas, estão o aumento da produção e da renda dos cooperados, além da melhoria das condições de trabalho.

As oficinas, organizadas pela Circus, foram viabilizadas por meio de um convênio assinado entre a prefeitura e a Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosmética) e com a Abipla (Associação Brasileira de Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins).

Segundo o sociólogo da Circus, João Conrado Dias Fabbri, a ideia desse trabalho é promover um cronograma de atividades que possa ser implantado a partir das demandas identificadas pelos próprios cooperados. “Estamos discutindo a resolução de problemas de infraestrutura, como a adoção de um sistema de alimentação da esteira, além de fortalecer a articulação com entidades parceiras e aprimorar a comunicação com todos os envolvidos no processo”, afirmou.

Outra integrante da ONG, a geógrafa Nara Barreto Malta, explicou que Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê a chamada “logística reversa”, um conjunto de ações destinadas a instituir a coleta e restituir os resíduos sólidos ao setor empresarial. Ela ainda frisou que essas oficinas estão proporcionando aos integrantes da Coopereli a aquisição de conhecimento a respeito de cooperativismo, leis ambientais e de resíduos sólidos.

Para Eva Conceição de Souza, de 55 anos, que atua na cooperativa há 12 anos ao lado do marido, a atividade é uma importante atividade econômica, que possibilita o sustento da filha e de um neto. Ela comentou que as oficinas trarão bons resultados tanto para os cooperados como para os catadores autônomos. “Além de fortalecer os grupos envolvidos no trabalho, estamos conhecendo os nossos direitos, melhorando nossa autoestima e a renda das famílias”.

Sobre a Coopereli

Criada em 2002, a Coopereli está instalada em um terreno cedido pela prefeitura, na av. Antonio de Luna, no Jardim Aeroporto, e conta com o trabalho de aproximadamente 16 pessoas. Diariamente, recebe dois caminhões com recicláveis. Todo o material é separado, prensado e revendido.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Prefeitura realiza palestra sobre recursos hídricos



 

A Prefeitura de Limeira realizou, na terça-feira, 22 de julho, uma palestra sobre a questão da água para os funcionários da empresa Pirasa Concessionária de Caminhões Mercedes-Benz. O tema foi escolhido devido à grande preocupação com a falta de chuva e as consequências desse período de seca.

A palestra foi ministrada pelo diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, como parte das atividades da “Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho” da empresa. Ele falou sobre as características da bacia hidrográfica em que Limeira está inserida, os rios utilizados para a captação de água do município e os danos ambientais gerados pelo descarte irregular de resíduos nos rios.

A prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, disponibiliza às empresas palestras sobre questões ambientais. As instituições interessadas devem agendar pelo telefone 3451-3883 ou pelo e-mail bioatividades@limeira.sp.gov.br. Esse serviço é gratuito.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Desenhos do concurso “Desenhando uma Limeira + Limpa” devem ser entregues na próxima quinta



 

Árvores, peixes e cestos de reciclagem foram retratados nos trabalhos dos alunos da Emeief Tenente Aviador Ary Gomes Castro, que participam do concurso “Desenhando uma Limeira + Limpa”, promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria de Educação, nas escolas do ensino fundamental da rede municipal.

Segundo a chefe da Divisão de Ensino da Secretaria de Educação, Andréia Vaz Silva, o concurso visa sensibilizar estudantes, professores e a comunidade sobre o volume de lixo produzido na cidade, além da necessidade do descarte correto desse material e a importância da separação dos resíduos sólidos.

O aluno do primeiro ano da escola, Nykolas Felipe dos Santos, de 6 anos, desenhou uma paisagem com passarinhos, ovelhas e árvores para expressar como a cidade poderia ficar mais limpa. “Lixeiras para a reciclagem do lixo são importantes para manter a água limpa e a vida dos peixes”, disse.

Retratando nuvens, aves e peixes, ao lado de cestos de reciclagem, o estudante Edgar Coelho da Silva, de 7 anos, também demonstrou preocupação com o meio ambiente. “As pessoas devem colocar o lixo na lixeira”, explicou. Outro aluno da classe, João Pedro Vieira Ladeira, de 7 anos, procurou transmitir a ideia de que a reciclagem ajudaria a diminuir a poluição na cidade. “Não se deve jogar lixo na rua. Plástico, papel, metal e vidro podem ser reciclados”, ensinou.

A professora do primeiro ano da Ary Gomes, Luciana Valim Vieira, acredita ser importante esse tipo de atividade para estimular a reflexão sobre o papel de cada um na sociedade. “Se os alunos desenvolverem a consciência da preservação, eles passarão a contribuir com a limpeza do ambiente em que vivem, salientou.”

Sobre o concurso

O coordenador do Departamento de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, explicou que o objetivo do concurso é incentivar ações que possam garantir a sustentabilidade do meio ambiente. “Esperamos promover uma reflexão sobre a sociedade de consumo e a maneira como tratamos a questão do descarte do lixo”, frisou.

Inserido dentro das atividades da Semana da Água, o concurso contou com a capacitação de coordenadores e professores da rede municipal sobre a relação entre o lixo e o meio ambiente. Essa formação incluiu visitas ao Aterro Sanitário Municipal, ecopontos e áreas de preservação de mananciais.

Essa capacitação visava transformar esses profissionais em multiplicadores, para que as informações pudessem ser trabalhadas dentro da sala de aula. A partir daí, cada escola desenvolveu um projeto próprio de educação ambiental, sendo que a produção dos desenhos para o concurso foi uma das etapas finais.

Os trabalhos elaborados pelos alunos deverão ser entregues até 31 de julho. Cada escola irá selecionar um desenho por série, totalizando cinco desenhos por escola. A seleção será feita em agosto.

A escolha dos desenhos será feita por uma comissão julgadora formada por integrantes da prefeitura e de representantes da sociedade civil organizada. Criatividade, originalidade e coerência com o tema proposto serão os critérios de avaliação dos desenhos.

O resultado será divulgado em cerimônia, no dia 23 de setembro, no Teatro Nair Bello, durante o encerramento da Semana da Água. Serão escolhidos os cincos melhores desenhos, do 1º ao 5º ano. Esses trabalhos serão adesivados nos caminhões de coleta de lixo domiciliar da cidade.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Prefeitura desenvolve ações para incentivar o produtor rural



 
Em comemoração ao 25 de julho, Dia do Agricultor Familiar, a Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, destaca a importância desta atividade no município.

Para incentivar e valorizar o trabalho do produtor rural, a prefeitura vem realizado diversas ações na cidade. Uma delas é a “Feira do Produtor Rural”, inaugurada em junho, que estabeleceu um canal de contato direto entre o agricultor e a população. A feira é realizada às quartas-feiras, das 16h30 às 20h30, no Parque Cidade de Limeira.

Outra iniciativa foi o PSA (Pagamento por Serviços Ambientais), que visa proteger nascentes, córregos, ribeirões, matas ciliares, e ao mesmo tempo, conscientizar os proprietários de terra quanto à necessidade de preservar esses bens naturais.

Além disso, parte dos recursos recebidos pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), para o fornecimento de merenda escolar, é usada na compra de suco de laranja de produtores rurais de Limeira.

Em parceria com a Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), a prefeitura está em contato permanente com os produtores rurais para a realização o CAR (Cadastro Ambiental Rural), até dezembro deste ano. Esse cadastro possibilitará o planejamento ambiental e econômico do uso e ocupação do imóvel rural.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Alquermes Valvasori, essas atividades – que envolvem parceria da Secretaria de Educação e do Ceprosom - procuram incentivar o trabalho do produtor rural. “Limeira tem uma grande área rural com vários produtores e esse plano de ações objetiva valorizar essas pessoas”, salientou.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Estudantes do bairro Tatu participam de visita monitorada ao Aterro Sanitário


Alunos do 4º e 5º anos da Emeief Tenente Aviador Ary Gomes de Castro, localizada no bairro Tatu, estiveram nesta segunda-feira, 21 de julho, no Aterro Sanitário Municipal. Eles conheceram de perto todo o funcionamento do local e suas características. A iniciativa é uma parceria das secretarias de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Educação e Serviços Públicos.

O objetivo da visita foi despertar nos 26 estudantes a necessidade de reduzir a produção de lixo doméstico, e ao mesmo tempo, estimular a coleta seletiva. Segundo o diretor de Educação Ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, cada limeirense produz cerca de 1 a 1,5 quilo de lixo por dia. “É importante que os estudantes aprendam qual é o destino do lixo doméstico e como é possível diminuir seus impactos ambientais”, afirmou.

Um dos tópicos tratados foi a diferenciação entre lixão e aterro sanitário. No lixão, o material é despejado no solo sem qualquer tipo de cuidado ambiental. Já no aterro sanitário, como é a situação encontrada em Limeira, há toda uma preparação do terreno que receberá o lixo doméstico.

De acordo com Tiago, o aterro é previamente impermeabilizado com plástico para evitar a contaminação do solo e dos mananciais. “Após o descarte do lixo, ele é prensado e recebe uma camada de terra”, explicou. O chorume – líquido que escorre do lixo – segue para uma lagoa. São 90 toneladas de chorume produzidos por dia, que são tratadas e devolvidas ao meio ambiente. Já o gás metano resultante do processo de decomposição do material orgânico é coletado por meio de tubos e incinerado.

Para a estudante do 5º ano, Laura Spagnol Abarca, a visita ao local foi bem interessante. “Temos que ter como meta reduzir o lixo em casa e separar o material que pode ser reciclado”, disse. Outra aluna do 5º ano, Maria Clara de Almeida Assunpção, também gostou da iniciativa. “Aprendi coisas diferentes sobre o lixo e poderei ensinar outras pessoas”, comentou.

Uma das professoras que acompanhou o passeio, Solange Aparecida Pinto Nunes, informou que a Ary Leite desenvolve um projeto de coleta seletiva e que a presença dos alunos no aterro irá motivá-los nas atividades escolares. “Após essa visita, acredito que os alunos terão mais condições de passar os conceitos sobre reciclagem para os pais”, avaliou.

A visita está inserida dentro do Plano de Comunicação Social requerido no licenciamento da terceira fase do aterro, chamada de 2-B, que é a única parte do aterro que continua ativa. O aterro possui outras duas fases, que já foram encerradas, a Fase 1 e a Fase 2.

Além disso, o programa de visitas ao aterro está inserido no projeto da Semana da Água, ocorrida em abril, que visa introduzir no currículo escolar conceitos sobre o consumo consciente e a relação entre a destinação correta do lixo e a qualidade da água.

Aterro

O Aterro Municipal recebe 260 toneladas por dia de resíduos sólidos domésticos e de resíduos industriais não tóxicos. Além disso, são encaminhadas diariamente para o local 400 toneladas de resíduos de construção civil e de materiais inservíveis do Só Cacareco.

Veja a programação de visitas ao aterro:

Na próxima quarta, 23 de julho, às 8 horas, será a vez dos alunos da Emeief Rural Bairro dos Lopes visitarem o aterro. E no dia, 28 de julho, às 13 horas, será a vez dos estudantes da Emeief Rural Ângelo Bisotto (Jaguari). 

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

Meio Ambiente: Prefeitura realiza palestra para assistidos do Nosso Lar



Na manhã desta sexta-feira, 1º de agosto, a Prefeitura de Limeira promoveu palestra com o tema “Água” a 15 crianças atendidas pela instituição Nosso Lar. A atividade ocorreu na Biblioteca Municipal Infantil Profª Cecília Quadros.

O diretor de educação ambiental da Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Tiago Georgette, tratou do tema de forma lúdica. Ele explicou os usos múltiplos da água, conceitos de bacias hidrográficas, os rios que são utilizados para a captação de água de Limeira e a influência negativa que os descartes irregulares de resíduos geram nos corpos hídricos e na saúde da população.

As crianças ainda puderam montar um quebra cabeça de bacias hidrográficas para assimilarem melhor o assunto. “É importante que elas entendam sobre a importância da água para a população e transmitam para outras pessoas o tema”, disse Georgette.

Apesar de Limeira atualmente não correr o risco de racionamento de água, devido a sua localização privilegiada, o diretor fala da importância do uso adequado deste bem indispensável. “A população deve refletir e otimizar o uso para que outras cidades não sofram com o racionamento, já que nosso consumo reflete em municípios próximos, como Cordeirópolis”, alerta.

A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente disponibiliza às entidades materiais para palestras. As instituições interessadas devem agendar pelo telefone (19) 3451-3883 ou pelo e-mail bioatividades@limeira.sp.gov.br. Este serviço é gratuito.

Fonte: Prefeitura de Limeira (aqui)

O novo gesto de Francisco a favor da Teologia da Libertação



 
Sabia-se que o papa Francisco não era muito amigo dos teólogos e padres seguidores da Teologia da Libertação, tachados tantas vezes de comunistas, mas ele está dando passos inequívocos para reabilitá-los ou, pelo menos, livrá-los de passadas execrações ou excomunhões. É fato que conviveu com muitos deles na Argentina, sua terra natal, quando era o prelado superior da ordem dos Jesuítas, e que viveu a experiência de sua própria congregação ser o grande viveiro dessa corrente teológica e pastoral em toda a América Latina. Alguns sacerdotes que estavam sob seu comando sofreram na época brutal perseguição da ditadura militar, com sequestros, torturas e até mortes.

A Rádio Vaticano deu a notícia, nesta segunda-feira, de um novo episódio de compreensão ou, pelo menos, de misericórdia em relação aos teólogos punidos. Trata-se do sacerdote e ex-ministro de Relações Exteriores da Nicarágua, Miguel d’Escoto, de 81 anos. Ele fora suspenso em 1984 'a divinis' sem contemplação por João Paulo II, mas Francisco ordenou agora que a punição imposta seja removida, ou seja, ele poderá voltar a ter seu trabalho pastoral, principalmente a celebração da Eucaristia e a confissão de fiéis.
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D'Escoto pertence à congregação missionária Maryknoll e escreveu no semestre passado uma carta ao Papa para expressar seu desejo de voltar a celebrar a Eucaristia “antes de morrer”. O pontífice argentino não demorou a lhe responder. Além der aceitar a revogação da “suspensão a divinis”, pediu ao principal prelado da congregação que inicie quanto antes o processo de reintegração do sacerdote nicaraguense, informa a agência EFE.

Miguel D'Escoto Brockmann nasceu em 5 de fevereiro de 1933 em Los Angeles (EUA). Ordenado sacerdote em Nova York em 1961, logo se transformou em um dos expoentes da Teologia da Libertação. Sua colaboração com a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) começou em 1975 por meio do Comitê de Solidariedade nos Estados Unidos. Depois do triunfo da revolução sandinista, foi chamado pela Junta de Reconstrução Nacional para ser ministro de Relações Exteriores do Governo de Daniel Ortega. Assumiu o cargo durante todo o primeiro mandato do polêmico grupo guerrilheiro. Depois do regresso ao poder do presidente Ortega em janeiro de 2007, foi nomeado assessor para assuntos de limites e de relações internacionais, função que já não ocupa mais.

Haverá mais reabilitações de teólogos da libertação ou de sacerdotes envolvidos em política contra os desejos (ou as ordens) do Vaticano? É bem provável. O passo desta segunda-feira é um precedente pouco comum em uma confissão religiosa nada amiga de retratar a si mesma, o que só faz se não há mais remédio, deixando antes transcorrerem até mesmo séculos. Com razão se costuma dizer que quando Roma fala sobre um assunto o caso está encerrado para sempre ('Roma locuta est, causa finita est').

Foram o papa polonês João Paulo II e sua “polícia” da fé, o cardeal Joseph Ratzinger, agora o papa emérito Bento XVI, que emitiram uma severa condenação da Teologia da Libertação, retirando milhares de padres do mundo todo de cargos docentes e do ministério sacerdotal, alguns também na Espanha. Os casos mais estrondosos, no entanto, ocorreram na Nicarágua da revolução sandinista, sobretudo quando o Governo desse país, depois de derrubar a ditadura apoiada pelos Estados Unidos, entrou em guerra não declarada com a grande potência, com o presidente Ronald Reagan empenhado em desalojá-los do poder.

João Paulo II entrou firme naquele conflito, principalmente durante sua viagem a Manágua, a capital da Nicarágua, em 14 de março de 1983. Apesar de tachado de anticlerical e comunista, o Governo todo acorreu a aeroporto para receber o pontífice romano. Havia dois sacerdotes naquele Executivo: D’Escoto e Ernesto Cardenal, este como ministro da Cultura. Outro padre, Fernando Cardenal, jesuíta e irmão de Ernesto, dirigia o programa sandinista de alfabetização. Depois de um discurso de boas-vindas, o presidente Ortega levou o Papa até os membros do Governo. João Paulo II quis saudá-los um a um. Quando chegou diante de Ernesto Cardenal, o monge trapense e ministro retirou sua famosa boina e se ajoelhou: “Regulariza a tua posição com a Igreja. Regulariza a tua posição com a Igreja”. A fotografia daquela repreensão correu o mundo.

Mas Ernesto Cardenal, que na época já era um poeta de fama universal, não fez caso daquele gesto de desaprovação papal. Nem a sua congregação tomou medidas contra ele. Pouco depois, seu irmão Fernando, o jesuíta, aceitou o cargo de ministro da Educação. Teve pior destino. Imediatamente a Companhia de Jesus, muito pressionada por João Paulo II (até mesmo com ameaças nada veladas de suspendê-la, como já ocorrera no passado), comunicou-lhe que não poderia continuar na política como jesuíta. “É possível que eu me equivoque sendo jesuíta e ministro, mas deixem que eu me equivoque em favor dos pobres, porque a Igreja se equivocou durante muitos séculos em favor dos ricos”, respondeu a seus superiores.

Como diz o professor Juan José Tamayo, também seguidor da Teologia da Libertação, e também punido por Roma, “a presença de bispos, teólogos, sacerdotes e religiosos na vida política é uma constante na América Latina desde os inícios da Conquista até os dias de hoje. E nem sempre só do lado dos colonizadores, mas com frequência do lado dos setores marginalizados”. Casos emblemáticos de compromisso político liberador são os do bispo Bartolomé de Las Casas e o dominicano Antonio Montesinos.

Mas o compromisso político dos teólogos e sacerdotes se intensifica na década de sessenta do século passado, até mesmo com um cristianismo revolucionário que tem em Camilo Torres um mito quase tão arraigado como o de Che Guevara. Exemplos desse ativismo, que nem sempre acabou bem, há também na atualidade. É o caso de Fernando Lugo (San Pedro del Paraná, 1951), que chegou à Presidência do Paraguai depois de seu triunfo eleitoral em abril de 2008. Era o candidato da Aliança Patriótica para a Mudança e conseguiu derrotar o Partido Colorado, que estava há mais de sessenta anos no poder. Assim se resumia seu programa de governo, tão logo eleito: “A partir de hoje, minha grande catedral será todo o meu país. Até agora estive em uma catedral ensinando, compartilhando, sofrendo, construindo”.

Tinha sido professor. E também foi missionário em uma das regiões mais pobres do Equador e, depois, estudante de sociologia em Roma. O Vaticano o alçou finalmente a bispo da diocese de San Pedro. Quando renunciou ao episcopado, o Vaticano o suspendeu “a divinis”, apesar de inicialmente lhe ter dado permissão para retirar-se da vida religiosa e dedicar-se à política. A dispensa tinha sido concedida em junho de 2008 por Bento XVI. Ou seja, a Santa Sé lhe permitia retornar à condição laica, que lhe dava direito a receber os sacramentos como católico, mas com a perda de seu estado clerical. Então se comunicou, além disso, que se Lugo, desalojado já da presidência depois de um polêmico processo, voltasse a pedir sua incorporação à Igreja católica como bispo, o caso seria “analisado pela Santa Sé”.

Outro caso de compromisso político, também muito polêmico, foi protagonizado pelo salesiano haitiano Jean Bertrand d'Aristide, também em sintonia com a Teologia da Libertação. Sacerdote em uma paróquia pobre de Porto Príncipe, tinha participado ativamente na derrubada da ditadura de Duvalier e, em dezembro de 1990, foi eleito presidente do Haiti com 67% dos votos. Entre suas prioridades estavam a erradicação da pobreza e a dignificação dos setores populares com os quais estava comprometido desde a época de sacerdote. Foi derrubado por um golpe militar e posteriormente reabilitado. Pouco a pouco mudou de estilo de vida e se distanciou das opções libertadoras do começo.

Fonte: El País (aqui)